A Associação de Empresários Cristãos (ADEC) convoca empresas e empreendedores de todo o Paraguai a se inscreverem nos Prêmios ADEC 2026, com inscrições gratuitas até 31 de maio. A premiação, que já reconheceu 360 organizações em 31 anos, terá cerimônia em 12 de novembro no Banco Central do Paraguai.
Banco Central del Paraguay
Banco Central del Paraguay es la entidad que publica el índice de confianza del consumidor.
A Bolsa de Valores de Assunção (Bvpasa) está trabalhando com o Banco Central do Paraguai para habilitar a negociação de contratos futuros (forwards) de divisas no mercado bursátil, como ferramenta de hedge para empresas importadoras e exportadoras diante da volatilidade do câmbio. O presidente da Bvpasa, Pablo Cheng, também destacou o potencial do programa Investor Pass para atrair capital estrangeiro e dar liquidez ao mercado.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Paraguai caiu para 40,17 pontos em abril de 2026, o menor nível desde o início da série, revertendo a leve melhora de março. A queda ocorre apesar da desvalorização do dólar, refletindo incertezas internas e externas, incluindo a chamada 'economia de guerra' anunciada pelo ex‑ministro da Economia.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Paraguai caiu para 40,17 pontos em abril de 2026, uma queda de 11,15 pontos em relação a março, retornando ao território pessimista. O Índice de Situação Econômica (ISE) despencou para 29,33 pontos, enquanto o Índice de Expectativas Econômicas (IEE) ficou em 51 pontos, ainda no campo otimista. Apenas 15,5% dos entrevistados disseram ter condições de poupar, e a intenção de compra de bens duráveis caiu, exceto para moradias. O Banco Central do Paraguay (BCP) divulgou os dados.
A Prefeitura de Assunção fechou um trecho da rua Presbítero Justo Román por 45 dias para obras de drenagem pluvial na bacia de Santo Domingo. A medida isola ainda mais os bairros Manorá e Santo Domingo, que já sofrem com o colapso viário. A obra, prometida pelo ex-prefeito Óscar Rodríguez com recursos dos títulos G8, está atrasada e foi marcada por denúncias de desvio de fundos.
A Câmara Vial Paraguaia (Cavialpa) cobra do Ministério da Economia e Finanças (MEF) a regulamentação do sistema de factoring para quitar dívidas do Estado com empreiteiras. O setor alerta que os atrasos forçam o endividamento privado e que os pagamentos atuais não reduzem o passivo acumulado.
O Banco Central do Paraguay (BCP) destinou G. 330.084 milhões a medidas de controle monetário entre janeiro e abril de 2026, com leve redução de 3% em relação ao mesmo período de 2025. Os juros dos Instrumentos de Regulação Monetária (IRM) representaram 57% do total.
O crescimento de aplicativos de crédito rápido no Paraguai expõe consumidores a juros que chegam a 60% e taxas administrativas de até 30% do valor emprestado, prática que o Banco Central do Paraguai (BCP) regula, mas que ainda escapa ao controle das autoridades. O modelo de "banca na sombra" também é adotado por redes de eletrodomésticos, que inflam preços e impõem encargos disfarçados para driblar a lei de usura.
O saldo total de cartões de crédito no sistema bancário paraguaio ultrapassou G. 6,6 trilhões (cerca de US$ 1,1 bilhão), com crescimento anual de 30,6%, triplicando o ritmo da economia. A inadimplência atinge 7,9% nas faixas de crédito médio-baixo, enquanto o governo considera a inflação controlada, contrastando com a realidade dos consumidores.
O Banco Central do Paraguai (BCP) comemora a inflação de abril em 2,3%, abaixo da meta de 4%, mas o analista Alejo García argumenta que a queda é artificial, impulsionada pela valorização de 23% do guarani frente ao dólar desde julho de 2025, e não por uma política monetária eficaz. García aponta falhas no ferramental do BCP, como a falta de operações de mercado aberto de alta frequência e a existência de um 'corredor invertido de taxas', que indicam disfuncionalidades estruturais.
O Conselho Nacional de Salários Mínimos (Conasam) enfrenta um impasse sobre o reajuste do salário mínimo, com empresários defendendo a aplicação estrita da lei baseada no IPC e trabalhadores exigindo um aumento de 22%. O governo avalia modernizar a cesta básica, enquanto sindicatos acusam o Banco Central de maquiar a inflação.